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Candidatura Coletiva
Verônica Goulart

Moda com propósito

Moda com propósito nasceu da necessidade de termos representada na CLDF, a cadeia produtiva da moda, formada pelo(a)s empresário(a)s, trabalhadores, prestadores de serviços e outros setores transversais ao segmento que, segundo dados do Sindicato das Indústrias do Vestuário do DF, é formado por mais de 7.500 pequenas empresas. 
Para além das pautas da cadeia produtiva da moda, que movimentam a economia do DF, ao fomentarmos o setor temos consciência de estarmos combatendo a violência doméstica e o racismo, proporcionando a autonomia financeira das mulheres, já que 85% da nossa força de trabalho é composta por mulheres e, mais da metade, por mulheres negras. Defendemos também o meio ambiente, propondo ações para uma moda mais sustentável; promovemos a qualificação por meio da Educação - pois sabemos que em mais de 30% dos lares as chefes de família são mulheres sem nenhuma ocupação econômica, e que a capacitação pode mudar radicalmente a vida dessas famílias. 
Por isso, em torno do Coletivo Moda com Propósito estão as nossas Frentes de trabalho: feminista, antirracista, diversidade e inclusão LGBTQIA+, trabalhista, ambientalista e de incentivo aos micro e pequenos empresários, responsáveis por quase 80% dos empregos gerados no DF em 2021.

 

FOLDER DIGITAL

O que é CANDIDATURA COLETIVA?

Na política estamos acostumados a ver apenas os candidatos: aquela pessoa que apresenta suas ideias e pede sua confiança e seu voto. Por mais legítima e importante que seja a perspectiva de qualquer indivíduo se postular como candidato, um dos efeitos dessa dinâmica é individualização da política e a cultura do salvador da pátria ‒ aquela pessoa que, se eleita, vai resolver todos os nossos problemas.

Entretanto, por trás da figura do candidato existe um time inteiro de pessoas que trabalham incansavelmente para tornar uma candidatura viável. A ideia de publicizar o coletivo por trás de uma candidatura deu origem ao termo candidatura coletiva ‒ um termo que vem sendo usado no campo progressista há muitos anos para afirmar a existência da coletividade por trás da figura do candidato.

Em alguns casos, há algum nível de divisão de poderes entre as pessoas envolvidas, mas uma dessas pessoas se destaca como figura principal e tem a palavra final nas tomadas de decisão, com os demais participantes sendo mais coadjuvantes do que protagonistas. Por fim, há casos em que todas as pessoas apresentadas como parte da candidatura coletiva têm o mesmo nível de protagonismo. 

O que DEFENDEMOS?

  • Formação técnica e tecnológica de mão de obra para a Indústria e Comércio do Vestuário;

  • Crédito subsidiado com bancos parceiros para capital de giro e compra de equipamentos e insumos para as micro e pequenas empresas do setor;

  • Gestão da Fábrica Social, (vestuário e serigrafia) por profissionais da área;

  • Formação técnica em moda no Ensino Médio Integrado;

  • Implantação de Fábricas Sociais de corte e costura situadas em regiões periféricas para autonomia financeira em especial das mulheres e pessoas LGBTQIA+

  • Implantação de Centros Integrados de Atendimento à Mulher em Situação de Vulnerabilidade e de Violência Doméstica nas regiões/bairros do DF;

  • Implantação de Casas de Parto Humanizadas nas regiões/bairros do DF;

  • Combate à Informalidade no trabalho;• Comércio e salário justos;

  • Reconhecimento da profissão de Consultor de Imagem na Classificação Brasileira de Ocupações 

  • Reconhecimento da moda no DF como bem cultural;

  • Formação de Cooperativas de Produção em Regiões com abaixo IDH;

  • Política Fiscal para que os grupos de saúde produzam seus uniformes no DF.

Vantagens de uma candidatura coletiva:

  • Despersonalização da liderança política não só como narrativa, mas como prática. Quando radicalizada em sua proposta, uma candidatura coletiva evidencia mais figuras públicas como corresponsáveis e acaba conquistando pessoas que tradicionalmente são desconfiadas de políticos que se apresentam como salvadores solitários.

  • Legitimidade com diferentes grupos, territórios e temas sociais. Uma pessoa sozinha, por mais que dialogue com muitos grupos e temas, nunca conseguirá ter legitimidade em todos eles. Já em grupo, é possível ter representantes legítimos de múltiplos recortes sociais e agendas, o que por consequência gera uma aproximação de públicos distintos para uma mesma campanha.

  • Otimização da agenda de uma campanha eleitoral. Uma candidatura composta por mais de uma pessoa pode participar de diversos eventos que acontecem ao mesmo tempo. Na prática, isso gera uma potência na campanha eleitoral quando comparada a de um candidato tradicional.

  • Experimentação no campo da política. Se não houver experimentos, nunca haverá mudanças. Para fortalecer e aprofundar a democracia, é importante testar novas formas de gestão, formulação e execução na política ‒ e aprender com seus acertos e erros. Candidaturas coletivas são um exemplo disso, ajudando especialmente a enfrentar desigualdades por abrir mais espaço para quem tem menos recursos financeiros.

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JUNTOS REPRESENTAMOS BRASÍLIA

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